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sábado, janeiro 29, 2011

peso morto

Na cor inerte daquela casa ocre o homem sonha um tombo torpe. Discreta a vaga torta que lhe atropela e disseca a sua fera. Em suas paredes o homem pendura um retrato do século dezenove. Parece uma brisa cálida perdida entre um bosque petrificado. O homem deitado observa o seu vulto no vão entre o mundo e sua saudade. Este retrato - uma estátua rachada - fita-o igualmente, murcho sobre o catre. Na cor vermelhidão do pesadelo ele pendura o medo. Eu chego e deito em mesóclise: pau pedra sabão. O que somos além de fé furada e lençóis molhados revirados ao avesso da rua que nos esconde: homens elefantes.



(suscitado pelo livro homônimo de João Castilho)