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terça-feira, junho 19, 2007

Dúvida

se me sinto, é quando
apreendo, de ti, os subterfúgios

fujo do nada que te cerca:
refúgio que ausências há de suplantar

não busco coisas outras se não
o fiapo de madrugada em teus resquícios
e a dor de amor em teu olhar

se acordo atônito, é tua boca densa
que cala o meu prosear

ai, não interessa mais se és uma dúvida:
deixo-me, inteiro, devorar

{Não teremos respostas para o indizível,
vamos afoitos ceifando nossas solidões}

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4 Comments:

Blogger Múcio Góes said...

"fujo do nada que te cerca:
refúgio que ausências há de suplantar", e dizer mais o que deste poema completo?

[]´s

sexta-feira, julho 06, 2007 5:01:00 PM  
Blogger Clóvis said...

Belíssimo poema, de um ritmo envolvente; clareia!



Meu abraço.
:)

sábado, julho 14, 2007 12:21:00 PM  
Blogger Jefferson P. said...

Bravo!

Encantador... sem dúvida!

Abrç =D

terça-feira, julho 24, 2007 2:31:00 PM  
Anonymous Maria Borges said...

O que pode ser melhor do que se deixar devorar? Ser o que devora? :-) Encontrar sua poesia nessa sexta-feira gelada foi o máximo! Um abraço.

sexta-feira, julho 27, 2007 12:00:00 PM  

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