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domingo, maio 06, 2007

Sem saberes

Mal entenderás das coisas as cores mínimas
e pensarás que teus olhos vêem os brilhos
que invalidam minhas escuridões

Mal caminharás as pedras e as areias
e compreenderas que tens um mundo
a descobrir: o mesmo que não descortino

Mal raiarás na tua manhã a secura do sol
e pensarás que ainda tens guardado,
sob teus lençóis, meu amanhecer

Mal ouvirás o som da porta à soleira
e compreenderás que caminhos outros
já dominam as minhas partidas

Mal saberás da dor no vento que respiras
e pensarás na sutileza que arrefece
as luzes vagas da nossa ilusão

Sim

No fim, nada poderá ser entendido

{e um grito oco ou um trovão,
nos fará lembrar os desesperos
sob as unhas que tanto escondemos}

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10 Comments:

Blogger erlei said...

Este comentário foi removido por um administrador do blog.

domingo, maio 06, 2007 7:10:00 PM  
Blogger Jefferson P. said...

Olá.. Ivã.. como vai?
òptimo post.

estava com saudds daqui. Ando muito ocupado ultimamente. sempre que eu puder estarei aqui para saborear cada palavra sua.

Abrçs poético.

segunda-feira, maio 07, 2007 12:26:00 PM  
Blogger Isadora A. said...

seu blog é um dos mais organizados, visualmente mais bonito, e melhor escrito que eu já encontrei por aqui.

meus parabéns !
volto sempre...

:)

segunda-feira, maio 07, 2007 4:31:00 PM  
Anonymous Anônimo said...

Não há brilhos que possam invalidar as suas escuridões, porque elas provém de um lago muito profundo, daí a calma da água e as escuridões que encobrem e desvelam aos poucos palavras, sentimentos, pensamentos profundos.
Suas partidas sim, sem nada deixar entendido, retumbariam em trovões de gritos surdos do desespero de todos nós que lhe lemos.

quarta-feira, maio 09, 2007 6:18:00 PM  
Blogger douglas D. said...

grito oco...
abs.

domingo, maio 13, 2007 8:41:00 AM  
Blogger Analuka said...

Algo de trágico sob o véu da leveza: profundidade de abismos humanos tantas vezes velados por lençóis ou cortinas leves, que mais parecem emoções flutuantes, fugazes, efêmeras... As luzes: estas existem, nos olhos amantes e amados que descobrem tesouros nos labirintos!... Estão onde não está o oco, ou invadem o vazio, desfazendo o fogo-fátuo das ilusões... Abraços alados, Ivã!

segunda-feira, maio 14, 2007 3:50:00 AM  
Blogger Ácido Poético said...

No fim, nada poderá ser entendido...
Muito bom, Ivã.
Abraço
Brunø

terça-feira, maio 15, 2007 1:46:00 PM  
Blogger anjoazul poesias e cia said...

Sem saberes...Cem saberes...

"No fim, nada poderá ser entendido"

Excelente, adorei!

Abraços de luz!

sábado, maio 19, 2007 8:23:00 AM  
Blogger Ácido Poético said...

Muito bom, principalmente "as luzes vagas da nossa ilusão
"
Abraço
Brunø

segunda-feira, maio 21, 2007 10:45:00 AM  
Blogger Leandro Jardim said...

Belíssimo! Me tocou fundo!

quarta-feira, junho 13, 2007 7:06:00 AM  

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