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sábado, janeiro 29, 2011

seca

recolho os grãos
os grãos e as pedras
que ponho na sopa

recolho a vida
árida e pérfida
em cada gota


recolho o sol do meio do dia
e a luz escura que
escorre da pedra oca que devoro

parece puro este fel

recolho o véu do teu sexo
iemanjá manjada
calcária e sem sal

aos poucos aos moucos

recolho a sombra da língua
que sibila escapa cai
e aquece-me serena e sorrateira

recolho a fome o olho
a fenda o sabor do falo
e encolh
o